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24 coisas que você talvez não saiba sobre o jornalista Ricardo Boechat

Ele nasceu em Buenos Aires e, além de toda carreira no jornalismo, dublou uma onça-pintada chamada “Boi Chá” no filme “Zootopia”. O BuzzFeed Brasil listou. Confira

O jornalista Davi Rocha, do BuzzFeed Brasil listou 24 curiosidades sobre Ricardo Boecht que faleceu nesta segunda-feira vítima de um acidente de helicóptero em São Paulo. Confira:

1. Ele dublou o personagem de uma onça-pintada chamada “Boi Chá”, na versão brasileira do filme “Zootopia”, da Disney em 2016.

2. No ano de 2014, durante uma passagem pelo prêmio Comunique-se, ele disse que estava respondendo a 60 processos.

3. Em uma discussão em 2015, Boechat mandou o pastor Silas Malafaia procurar uma rola.

4. Em um dia de férias ele tomou LSD, foi jogar frescobol na praia, a maré subiu e ele ficou enterrado até a cintura.

5. Boechat já subiu nas mãos do Cristo Redentor, onde tirou aquela foto clássica com os braços abertos.

6. Em 2015 ele teve depressão, ficou duas semanas afastado de suas atividades e depois falou abertamente sobre o assunto: “É uma aflição tão severa que restringe a capacidade de uma pessoa funcionar plenamente, um abismo mental tão profundo que ninguém pode achar que vai se safar apenas endireitando os ombros ou pensando coisas positivas”. Leia o depoimento dele na íntegra aqui.

7. Boechat tinha o hábito de checar o celular nos intervalos do “Jornal da Band”, o que, de acordo com ele, já rendeu alguns furos.

8. Como viajava muito, seu perfil é cheio de fotos com imagens de celebridades que ele encontrava nos aeroportos do Brasil, como o Jorge Ben Jor da foto acima.

9. Em dezembro de 2018, ele contou no Facebook que perdeu os óculos e os encontrou dentro de um sapato.

10. Ele entrou no Facebook em maio de 2015 e tinha mais de 1,4 milhão de fãs na rede. A primeira publicação dele na página foi um vídeo gravado no banheiro de um avião.

11. Ricardo Boechat começou a carreira no jornal “Diário de Notícias” do Rio de Janeiro em 1970.

12. Em quase cinquenta anos de jornalismo, Boechat trabalhou nos jornais impressos O Globo, Jornal do Brasil, O Dia e O Estado de S. Paulo. No Estadão ele também trabalhou na Agência Estado. Ele também passou pela revista “Isto É”, pelo SBT e Globo.

13. Ele também foi secretário de Comunicação Social do estado do Rio de Janeiro em 1987 quando o governador era Moreira Franco.

14. Em 2006 ele passou a ser âncora do Jornal da Band e apresentador do jornal da Band News FM.

15. Ele também escreveu um livro sobre o luxuosíssimo hotel Copacabana Palace chamado “Copacabana Palace – Um Hotel e sua História”, lançado em 1998.

16. O jornalista morreu nesta segunda-feira, dia 11 de fevereiro, aos 66 anos, em um acidente com um helicóptero em São Paulo.

17. O nome completo dele era Ricardo Eugênio Boechat.

18. Ele nasceu na cidade de Buenos Aires, na Argentina, no dia 13 de julho de 1952.

19. O pai dele era diplomata brasileiro e se chamava Dalton, sua mãe é argentina e se chama Mercedes Carrascal.

20. Ele deixa seis filhos: Catarina, 10 anos; Valentina, 12, Patrícia, 29; Paula, 36; Rafael, 38 e Bia, 40.

21. Boechat ganhou o Prêmio Esso três vezes, em 1989, 1992 e 2001. Este prêmio era uma espécie de oscar do jornalismo brasileiro.

22. Ele também ganhou o prêmio Comunique-se 11 vezes: nos anos de 2007, 2010, 2012 e 2014 como âncora de TV; em 2006, 2008 e 2010 como âncora de rádio. Ele venceu como colunista de notícia em 2008, 2010 e 2012 e ganhou como melhor jornalista em mídia eletrônica no ano de 2013. Ele ganhou tantos prêmios Comunique-se que passou a ser considerado hors-concours do prêmio.

23. Ele apresentava diariamente o “Jornal da Band” na TV todas as noites e o jornal da rádio “Band News FM” todas as manhãs. Seus comentários sobre política sempre viralizavam nas redes sociais.

24. O último comentário dele aconteceu algumas horas antes de sua morte, quando falou sobre as tragédias acontecidas nos últimos dias no Brasil. Ele disse, entre outras coisas: “quando a gente sofre, chora, lamenta o fato ocorrido ontem, a gente parece estar anestesiado ou gostar da anestesia, que nos faz esquecer desse fato tão logo surja um fato novo”.


Sobre o autor

Jornalista, editor de Painel Político, consultoria e assessoria.
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Jornalista desde a década de 1970, Ricardo Boechat ganhou três prêmios Esso