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Vítima levou murro no rosto, caiu no chão e ainda foi pisoteada e chutada por homem em distribuidora, onde ela pediu cerveja a cliente.

Foi recebendo o vídeo no celular que a irmã de uma mulher, de 38 anos, dependente química e esquizofrênica, descobriu que ela havia sido brutalmente agredida por um homem em Goiânia. O caso, segundo a família, aconteceu há quase um ano, mas as imagens da mulher apanhando viralizaram na internet durante a última semana.

O vídeo gravado por uma câmera de segurança mostra a mulher em pé na frente de uma distribuidora de bebidas, quando o homem de aproxima e dá um murro no rosto dela.

A agressão é tão forte que a mulher cai no chão, tendo ainda o rosto pisoteado pelo homem, que ainda se distancia e pega impulso para chutar a cabeça da mulher.

A advogada, que não terá a identidade revelada, conta que após tomar conhecimento do vídeo conversou com a irmã que confirmou a agressão e disse que o homem seria o dono do comércio.

A conversa, segundo a advogada aconteceu no domingo passado.

“Eu conversei com ela quando chegou essa imagem no meu WhatsApp. Quando foi na terça, alguém colocou na rede social. Não foi a gente. Até então a gente não tinha conhecimento de quem tinha agredido”, disse.

De acordo com a advogada, na época a irmã não falou para a família quem tinha a agredido por medo.

“Ela não falou para a gente, ela chegou aqui com dor nas costas, dor na cabeça. Ela só foi falar no dia que a gente mostrou o vídeo”, informou.

A família diz não conhecer o agressor, mas já sabe onde foi o local da agressão, no entanto, está com medo de acionar a polícia.

“Ela falou onde é a distribuidora e contou tudo. Quando eu falei que ia chamar a polícia ou fazer a denúncia, ela disse que não era para mexer com o cara porque ele era perigoso. Então, eu tenho temor. Até então estava pensando em fazer ou não a denúncia”, disse a irmã.

Com a repercussão, a família disse já ter sido procurada por pessoas que representariam um grupo de ativistas de direitos humanos ligados a uma universidade. “Eles ficaram de ajudar a gente com a denúncia”, informou.

A irmã da vítima conta que ela já passou por outros tipos de agressão e que já foi internada para tratamento. Sem condições financeira, a família busca ajuda para novamente levar a mulher para uma clínica.

A mulher, que tem um filho, mora no mesmo quintal da mãe idosa e que não tem condições financeiras para bancar a internação.

Com G1/GO