Homem se passa por policial civil, atira três vezes em PM e é preso em Porto Velho

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Suspeito usava arma de tio, que é agente penitenciário. Tiroteio aconteceu em um bar da capital

Um policial militar ficou ferido, na madrugada desta segunda-feira (11), após uma troca de tiros com um homem de 27 anos que se passava por policial civil. O tiroteio aconteceu em um bar, na rua Algodoeiro, Zona Sul de Porto Velho. A vítima, de 30 anos, foi socorrida ao Hospital e Pronto Socorro João Paulo II após ser atingida por três tiros. O suspeito tentou fugir do local, mas foi preso pela Polícia Militar (PM).

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima estava de folga e foi ao bar junto com a esposa, quando viu o homem fardado como policial civil, apontando uma pistola para as pessoas que passavam no local.

De acordo com informações repassadas por testemunhas, a troca de tiros começou quando a vítima foi até o suspeito e pediu que ele baixasse arma, alegando que aquela não era uma “atitude de policial civil”. Neste momento, o homem passou a disparar contra o PM, que revidou atirando.

Durante o tiroteio, a vítima foi atingida três vezes, sendo um tiro na região da virilha, outro no braço direito e um no tórax. O suspeito também foi atingido com um disparo no joelho esquerdo. Os agentes informaram que o suspeito tentou fugir do local, mas foi preso em uma rua próxima ao bar.

Os envolvidos foram encaminhados ao Hospital e Pronto Socorro João Paulo II. A assessoria da unidade confirmou que eles passaram por cirurgia e não correm risco de morte.

Investigações

Foi constatado pelos policias, que o homem não pertence a Polícia Civil e que pegou a arma escondida do tio, que é agente penitenciário. Esse confirmou que a pistola foi levada sem o seu consentimento.

Sobre o fardamento, a Polícia Civil informou que o suspeito pode ter conseguido a camiseta, o coldre e as algemas em lojas especializadas, já que fica a critério de cada estabelecimento solicitar, ou não, a identificação dos clientes, para confirmar o vínculo empregatício com as corporações.

O suspeito pode responder por falsidade ideológica.

Do G1

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