Jovem com paralisia cerebral é estuprada por amigo do pai durante churrasco

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Suspeito bebia com o pai da vítima, quando pediu para ir ao banheiro e aproveitou para invadir o quarto da moça e estuprá-la

Estuprada por um amigo de seu pai, uma jovem de 24 anos com paralisia cerebral precisou ser atendida às pressas no Hospital Metropolitano Odilon Behrens, na madrugada desse domingo (15). Seu quadro de saúde é estável e o suspeito de cometer o crime, classificado como estupro de vulnerável, ainda não está preso. 

A agressão sexual aconteceu durante uma pequena reunião entre amigos do pai da vítima, na casa em que eles vivem em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte. A mãe da moça, uma mulher de 46 anos, contou à Polícia Militar que todos aqueles que estavam no encontro bebiam cerveja e conversavam, até que um deles, o suspeito, se levantou para ir ao banheiro. 

Minutos após sua saída, o pai da jovem estuprada assustou-se com a demora do colega para retornar à mesa e, desconfiado, decidiu ir atrás dele. Ao passar pelo quarto de sua filha, encontrou o homem cobrindo a boca da garota com a mão, ela seminua e ele já totalmente sem roupa.

Desespero

Ao descobrir o homem atacando sua filha, o pai ainda percebeu que escorria sangue das partes íntimas da garota. Ela tentava se desvencilhar e gritar para atrair ajuda. Segundo a mãe, a moça não tinha forças para reagir, uma vez que acabara de ingerir sua medicação controlada. 

Vítima detalhou crime

Depois de receber atendimento médico no hospital, a moça conseguiu contar aos militares que estava deitada no seu quarto quando sentiu alguém agarrando-a por trás e cobrindo sua boca para impedir que ela gritasse. Sem ter como se defender, confessou ter sentido quando o homem a estuprou. 

Perseguição

Ao ser descoberto durante o crime, o suspeito correu para fora da casa e chegou a ser perseguido pelo pai da vítima e os amigos que participavam da reunião. No entanto, nenhum deles conseguiu encontrá-lo. 

Segundo a Polícia Militar, um rastreamento foi feito na região para tentar achar o agressor. Apesar de seu nome completo ter sido fornecido por colegas, ninguém soube comunicar o endereço certo de onde ele vivia, o que dificulta nas buscas. Ele continua desaparecido. 

Do Em Tempo/MG

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