Justiça mantém prisões da ‘Deforest’, incluindo Chaules Pozzebon

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Considerado ‘um dos maiores desmatadores do país’, ele segue preso com outros 15 acusados, detidos na Operação Deforest, da Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) confirmou nesta terça-feira (29) que 16 suspeitos investigados na Operação Deforest seguem presos, em Porto Velho. O grupo foi preso na semana passada e é investigado por invadir terras e extração ilegal de madeira.

A Deforest descobriu a prática dos crimes de homicídio, extorsão, lavagem de dinheiro e ameaça. Na investigação, o Ministério Público apurou que a organização criminosa tinha uma estrutura armada para resguardar os interesses fundiários do líder do grupo, “se valendo do poder econômico e dos cargos ocupados nas forças de segurança para intimidar moradores da região”. O tráfico de drogas também foi alvo de investigação contra o mesmo grupo.

Chaules Volban Pozzebon é um dos investigados que segue preso em Porto Velho. Ele é considerado um dos maiores desmatadores do Brasil e foi preso na operação da PF no dia 23 de outubro. No fim de semana, um falso habeas corpus que teria sido emitido a favor de Pozzebon chegou a circular em grupos de Whatsapp de Ariquemes, dando a entender que ele seria solto.

Falso alvará de soltura circulou em Ariquemes

Segundo o promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, Chaules Volban, como líder, teria constituído uma espécie de milícia no campo armado.

Os investigados teriam colocado policiais militares e capangas armados para fazer a cobrança de pedágio. Eles também intimidavam, extorquiam e ainda colocavam posseiros da terra para fora dos lotes.

O escritório de advocacia que faz a defesa de Chaules Pozzebom informou que não estão autorizados a passar informações sobre o caso.

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