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Caso aconteceu na Favela do Rola, em Santa Cruz, no Rio de Janeiro

Um policial federal morreu após trocar tiros e ser baleado na Favela do Rola, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. O crime aconteceu na tarde desta quinta-feira (13).

Outro agente, que também trocou tiros com os criminosos, conseguiu fugir e se esconder numa casa na favela. O agente foi encontrado por policiais militares em estado de choque.

O policial morto foi identificado como Ronaldo Heeren, e o agente que conseguiu escapar dos bandidos é Plínio. Ambos são do Núcleo de Operações da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Delecor).

Heeren, que trabalhava na corporação há mais de 20 anos, foi encontrado por policiais militares em uma das vias da comunidade. Ele estava no banco do motorista de uma viatura da PF descaracterizada e os disparos que atingiram o policial entraram pelo vidro dianteiro do carro.

Além de agentes da PF, policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DH – Capital) também foram para o local. Como o agente estava em serviço, a investigação será conduzida pela Polícia Federal e a DH auxiliará com a apuração do local do crime.

PF lamenta morte

Em nota, a Polícia Federal lamentou a morte do agente e informou que ele trabalhava na Superintendência Regional da corporação no Rio.

No comunicado, a PF também afirmou que o policial foi morto quando realizava uma diligência na comunidade.

Policiais militares do 27º BPM (Santa Cruz) informaram que foram à favela e encontraram Ricciardi escondido dentro de uma casa.

Em outro ponto da comunidade, os PMs relataram ter localizado a viatura da PF onde estava o policial Heeren morto.

Após matarem o policial, criminosos picharam a viatura descaracterizada em que estava o agente morto com as iniciais da facção criminosa Comando Vermelho.

Favela foi tomada por milicianos

Em outubro de 2018, a favela onde os agentes da PF foram alvo de tiros nesta quinta-feira foi tomada por milicianos – antes era dominada pela facção citada nas pichações.

Será investigado pela PF se a pichação na viatura é uma tentativa dos bandidos de direcionar a apuração do crime.

As comunidades Rola e Antares, em Santa Cruz, foram tomadas por criminosos ligados à milícia de Wellington da Silva Braga, o Ecko. Via G1

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