Para seus contatos
Read Time1 Minute, 51 Second

Após o crime, ele postou no status do Whatsapp da vítima, “fui trair meu marido ‘polícia’ deu nisso”

O policial militar que matou a mulher, no início desta semana, se apresentou à Polícia Civil, na Central de Flagrantes (Ceflan), na noite desta quarta-feira (6), em Belo Horizonte. O sargento Glaysson de Souza Costa, de 46 anos, prestou esclarecimentos sobre o caso.

Patrícia Salviano Irrthum, de 23 anos, foi encontrada morta com marcas de tiros na nuca, no rosto e no peito.

Desde o dia do crime, Glaysson Costa não era encontrado. Ele se tornou o principal suspeito pelo assassinato da jovem. No mesmo dia, imagens foram postadas em um perfil de rede social de Patrícia.

Patrícia Salviano Irrthum, de 23 anos, foi morta a tiros na Grande BH — Foto: Reprodução/Redes sociais

Rede social

Segundo a polícia, em uma das imagens, uma frase falava sobre traição. Um dos posts no WhatsApp de Patrícia dizia “fui trair meu marido ‘polícia’ deu nisso”.

Também foi publicada uma foto do corpo da jovem, de acordo com a PM. Glaysson é lotado no 16º Batalhão da PM, que fica na capital mineira, e estaria de licença médica.

Patrícia Salviano Irrthum, de 23 anos, foi morta a tiros na Grande BH — Foto: Reprodução/Redes sociais

A advogada Brenda Ribeiro, que defende o militar, disse que não há mandado de prisão em aberto e, por isso, ele vai aguardar a investigação do caso em liberdade. Ainda segundo a defensora, é prematuro falar em autoria do crime.

Ela disse também que o PM passa por problemas de saúde, que não tem intenção de fugir e que está disposto a colaborar com as investigações. Segundo Brenda, o sargento vai trabalhar na área administrativa do batalhão enquanto as investigações são realizadas.

Publicação no status do WhatsApp foi feita após assassinato de Patrícia Irrthum — Foto: Reprodução/Redes sociais
Publicação no status do WhatsApp foi feita após assassinato de Patrícia Irrthum — Foto: Reprodução/Redes sociais

Via G1

LEIA TAMBÉM