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Professor de História de Porto Velho é preso na operação nacional contra pedofilia

Em Rondônia foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, porém o educador acabou preso em flagrante. Ação faz parte da 4ª fase da Operação Luz na Infância

Um professor, de 54 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil em Porto Velho durante a 4ª fase da Operação Luz na Infância, que apura crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. A ação foi deflagrada nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Justiça e polícias civis no estado.

Conforme a Polícia Civil, para Rondônia foram expedidos dois mandados de busca e apreensão, sendo um para ser cumprido na capital e outro em Ariquemes (RO).

Durante o cumprimento do mandado de busca em Porto Velho, um educador da rede estadual de ensino foi preso em flagrante pelo armazenamento e compartilhamento de material pornográfico infantil. Na casa do homem, de 54 anos, foram apreendidos três celulares e um notebook.

Em Porto Velho, o professor M. A. F. S. foi preso.

No notebook há conteúdos pornográficos de crianças, com idades entre 8 e 15 anos. A maioria do material tinha conteúdo pornográfico de meninos. Os celulares apreendidos com o professor serão periciados.

Segundo a delegada Marcia Gazoni, o educador deve pagar fiança por armazenar conteúdo de pedofilia e responder pelo crime em liberdade.

Operação no Brasil

A 4ª fase da operação envolve 133 cidades e é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mais de 1.500 policiais participaram das buscas.

As penas para os crimes investigados variam entre 1 e 8 anos de prisão. Quem armazena material de pornografia infantil tem pena de 1 a 4 anos de prisão. Para quem compartilha, a pena é de 3 a 6 anos de prisão. A punição aumenta para 4 a 8 anos de prisão para quem produz esse tipo de material.

Ao todo, 266 mandados de busca e apreensão nos 26 estados e no Distrito Federal. Apesar de não haver mandados de prisão, estão sendo presos em flagrante os suspeitos de armazenamento e compartilhamento de material encontrados nas casas onde há buscas.

Sobre o autor

Jornalista, editor de Painel Político, consultoria e assessoria.
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