Réu e reincidente na Maria da Penha, lutador de MMA é proibido de deixar o país

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Marlon Sandro teria cometido contra a sua então noiva, a publicitária Tayssa Madeira

O lutador de MMA Marlon Sandro, da equipe carioca Nova União, foi proibido de deixar o Brasil e terá que responder no país aos processos referentes a três crimes que teria cometido contra a sua então noiva, a publicitária Tayssa Madeira.

Ex-treinador do antigo campeão mundial José Aldo, Marlon estava ministrando aulas de luta na China, mesmo sendo réu por lesão corporal, ameaça e invasão a domicílio no âmbito da Lei Maria da Penha. Os crimes teriam ocorrido em 2017 e 2018.

Em audiência na última segunda-feira (18), a juíza Luciana Carvalho renovou medidas protetivas que impedem Marlon, ex-lutador do torneio Bellator, de ter contato com sua ex-noiva, seja física ou virtualmente. A juíza também mandou avisar a Polícia Federal que o lutador está proibido de sair do país, sob pena de ter seu passaporte apreendido.

Tayssa e Marlon moravam juntos havia seis meses, quando ela foi agredida na saída de um jogo do Flamengo em dezembro de 2017. A violência deixou marcas no rosto. Ela também machucou um dos punhos. Em fevereiro do ano seguinte, o lutador entrou no apartamento da publicitária, que afirmou ter sido ameaçada de morte com uma faca.

Reincidente, o atleta responde ou já respondeu a pelo menos 11 processos. Em um deles, de 2013, Marlon foi condenado em primeira e segunda instância por lesão corporal contra outra mulher. Na época, ele admitiu ter agredido com um soco a mãe de seus filhos e foi condenado a três meses de prisão em regime aberto.

As imagens da suposta agressão de Marlon Sandro à noiva Tayssa Wuensche — Foto: Reprodução

Em breve contato com a reportagem, Marlon afirmou que não gostaria de comentar o assunto e indicou seu advogado, que não foi localizado. Via Folhapress

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