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Segundo polícia, militar oferecia entorpecentes pelas redes sociais. Homem foi detido em Santa Maria; FAB afirma que ‘repudia eventuais desvios de conduta’

Um 3º sargento da Força Aérea Brasileira (FAB) foi detido nesta quinta-feira (20) por suspeita de cultivar drogas em casa e vendê-las pelas redes sociais. A prisão ocorreu em Santa Maria, no Distrito Federal.

O nome do 3º sargento não foi divulgado pela polícia. A FAB informou que “colabora com as autoridades policiais e reitera que repudia eventuais desvios de conduta, os quais não representam os valores, a dedicação e o trabalho do efetivo em prol do cumprimento de sua missão institucional”.

De acordo com investigadores da 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul, responsável pela ação, foram encontrados vários tipos de maconha que eram vendidas pelo militar entre R$ 80 a R$ 120 reais o grama.

“Na casa dele também encontramos, entre outros objetos, instrumentos utilizados para a preparação e produção de drogas, uma balança de precisão, sementes, óleos de maconha e a quantia de R$ 1.620,00”, afirmou o delegado João Ataliba.

Polícia encontrou na casa do militar da Aeronáutica no DF, balança de precisão, sementes, óleos de maconha e R$ 1.620,00 — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Polícia encontrou na casa do militar da Aeronáutica no DF, balança de precisão, sementes, óleos de maconha e R$ 1.620,00 — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Investigação

Segundo o delegado, o sargento “não tinha medo” de utilizar o carro dele para vender a droga porque sempre estava fardado. As investigações começaram em outubro do ano passado, após uma denúncia anônima.

Durante o monitoramento, os policiais identificaram que o sargento usava um perfil em uma rede social para anunciar as drogas que ele produzia em casa. Em seguia, ele fazia a entrega.

Os investigadores descobriram ainda que o militar fazia vendas de entorpecentes em todo o DF. Ele foi indiciado pelos crimes de tráfico de drogas e por possuir instrumentos destinados à preparação e produção de drogas. Se condenado, pode pegar de 8 a 25 anos de prisão.

Até a última atualização desta reportagem, o sargento continuava detido na 1ª DP.

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