Sistema Fecomércio participa do Lançamento do Amazônia + 21

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O Presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IFPE e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho esteve no Lançamento do Fórum Amazônia + 21, ocorrido na manhã desta terça-feira (10) no Memorial Marechal Rondon. O evento organizado pela Prefeitura de Porto Velho, através da Agência de Desenvolvimento, tem como objetivo principal promover o diálogo entre governos, setor produtivo, sociedade civil, cientistas, pesquisadores e empreendedores sobre modelos sustentáveis para a região amazônica.

Raniery Coelho parabenizou a iniciativa da prefeitura e destacou a importância do evento. “Parabéns ao Prefeito Hildon Chaves, a Agência de Desenvolvimento e a todos envolvidos neste projeto. Sem dúvida, sediar um Fórum mundial que trata do desenvolvimento sustentável da nossa Amazônia é muito importante para nossa capital. É fundamental envolver toda sociedade para debater o assunto, especialmente em um momento que precisamos trabalhar a conscientização para a preservação e agregar a possibilidade de negócios inovadores e sustentáveis com a rica biodiversidade que temos na região Amazônica”, afirmou. Para Raniery, a iniciativa, cujo planejamento é muito anterior as questões recentemente levantadas com o aumento dos focos de incêndio, “é uma clara demonstração de que existe crescente preocupação da parte do Executivo Municipal com a preservação e com a educação para se trilhar novos caminhos do desenvolvimento sustentável em Porto Velho”.

O dirigente empresarial lembrou também que o governo de Rondônia, que, na década de 80, elaborou o primeiro zoneamento econômico-ecológico da América do Sul, tem feito seu dever de casa, com a 3ª aproximação do zoneamento, e, por isto mesmo, preserva mais de 40% de sua área territorial. Para ele, “Existe muita desinformação sobre as ações que são feitas de preservação e, numa estiagem como a que enfrentamos agora, é natural que aumentem os focos de incêndio, o que não representa, como muitos desejam fazer crer, aumento do desmatamento. Não se pode é querer que não haja um aproveitamento das áreas já desmatadas, embora as queimadas não devam, de modo algum, ser toleradas”. O fato é que a conscientização, em Rondônia, sobre a necessidade de preservação é muito maior do que na grande maioria dos estados e uma parte significativa da fumaça existente não pode ser creditada ao nosso Estado. Até mesmo os maiores estudiosos da questão sabem que o que acontece no Mato Grosso e na Bolívia acabam influenciando muito nas condições climáticas de Rondônia.

O Fórum Amazônia +21 está programado para acontecer em maio de 2020, mas já é possível acessar mais informações sobre o evento no site amazonia21.org.

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