Suspeita de coronavírus em Rondônia era gripe comum, revelam testes

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Testes foram feitos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro, segundo Agevisa

O resultado do exame do casal de Porto Velho isolado com suspeita de coronavírus deu negativo para a doença. A informação foi divulgada na tarde deste sábado (8) pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa).

Os testes feitos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro, apontaram que o casal estava com uma gripe comum.

“A Fiocruz nos passou que as amostras foram testadas para todos os quatro tipos de coronavírus. Todas deram negativas para a doença e positivas para Influenza do tipo B que é gripe comum”, disse Sid Orleans, coordenador estadual do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs).

Orleans também afirmou que o resultado do exame já foi encaminhado ao Ministério da Saúde.

A suspeita do coronavírus no estado foi anunciada no dia 31 de janeiro pela Secretaria de Saúde de Rondônia (Sesau). Em entrevista coletiva, o secretário Fernando Máximo disse que o casal viajou no dia 20 de janeiro para São Paulo e lá teria dividido um táxi com um chinês, que estaria tossindo bastante dentro do carro.

Após retornar à capital Porto Velho, no dia 26 de janeiro, o casal apresentou sintomas “sugestivos” ao coronavírus e então procurou por atendimento médico na quinta-feira (30).

Durante espera dos resultados, os pacientes eram tratados em casa com dipirona e acompanhados pelo Cievs e a vigilância epidemiológica diariamente.

“Toda essa situação foi um excesso de cautela. Porque o chinês não falava português, o casal se comunicava com o taxista por meio de aplicativo de tradução. Todos ouviram a tosse e o taxista confirmou que tinha acabado de chegar da China”, acrescenta Sid Orleans, ressaltando que agora o casal pode respirar aliviado.

A epidemia do novo coronavírus já ultrapassou o total de 700 mortes e causou a infecção de mais de 34 mil pessoas. Apesar do surto estar concentrado majoritariamente na China, houve registros da doença em mais de 20 países. No Brasil, há casos sob investigação, mas nenhum foi confirmado. Com G1

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